Uma vez vi na "Veja" que entre a eterna guerra dos sexos, a mulher havia ganhado.
Mesmo fazendo parte desse time, eu concordo. Hoje as mulheres conseguiram ser mais valorizadas, mas respeitadas e apontadas como um alicerce em nossa sociedade.
Hoje elas podem trabalhar em lugares antes habitados apenas pelos homens, já conhecemos engenheiras, advogadas, juízas, delegadas, mecânicas, políticas e líderes, todas exercendo cargos difíceis, mas dando um toque de feminilidade a eles. Hoje os homens querem ter filhos mais cedo, há vários casais em que ele já quer se casar e fazer uma família, mas a mulher reluta e espera ter mais prestígio no trabalho e mais estabilidade. Conheço um monte de adolescentes que escolhem não ter filhos, seria isso uma inversão de quadros? Penso que não. É apenas a mulher explorando o que não tinha antes.
Porém, antes não era assim. De uns cinquenta ou sessenta anos atrás os tabus e preconceitos impostos pela sociedade em si começaram a ser quebrados. Nos anos sessenta, muitos já falavam em homossexualidade, ecologia e uma valorização da mulher, porém não era tão popular. Naquela época, havia uma mulher brasileira chamada Leila Diniz, uma atriz que causava muita polêmica por defender seus direitos e a liberdade de expressão. Quebrou todos os tabus, pregou o amor livre e é considerada um símbolo da revolução feminina, mas morreu cedo, em 1972, num acidente aéreo.
Antigamente, nós não tínhamos nem um terço do reconhecimento e do direito que temos hoje, odos sabem que uma mulher divorciada no começo do século era como a morte, mas sempre existiram mulheres a frente de seu tempo, que foram grandes líderes e que podem nos inspirar a ser boas pessoas (isso também vale aos homens, não se preocupem):
- Cleópatra: Comandou o gigantesco império egípcio e virou uma lenda por seus casos com Marco Antônio, morreu 30 anos antes de Jesus nascer.
- Maria: Por que não? Uma grande mulher com muitos ensinamentos.
- Joana Dar'c: Com apenas 19 anos ela comandou um exército inteiro hoje é considerada santa.
- Rainha Elizabeth I: Mulher forte e muito inteligente, governou a Inglaterra (e sua marinha invencível) por muito tempo, no século XVI.
- Rainha Antonieta: Mulher do rei da França no século XVIII, morreu decapitada. Já ri muito com ela.
- Rainha Vitória: mais uma rainha forte que comandou a Inglaterra em 1800.
- Anita Garibaldi: Mulher revolucionária que acompanhou Giuseppe em suas lutas. Extremamente corajosa.
- Marie Curie: Cientista inteligentíssima que descobriu os elementos Rádio e Polônio.
- Carmem Miranda: símbolo do Brasil, atriz e cantora e precursora do Tropicalismo.
- Madre Teresa de Calcutá: um exemplo para quem quer ajudar pessoas.
- Olga Benário: Revolucionária e espiã comunista (e não vamos criticá-la por isso, cada um tem seus ideais, né?).
- Rainha Elizabeth II: Todos nós sabemos o quanto ela é popular no Reino Unido.
- Margareth Thatcher: Outra britânica incrível que se tornou a primeira primeira-ministra da Grã-Bretânia, a "Dama de Ferro".
- Princesa Diana: solidária, a "princesa do povo" que morreu de forma trágica.
- Maria da Penha: ela apanhava do marido e mesmo assim teve coragem de criar uma lei com seu nome que ajuda muita gente.
- Quem sabe você?
Hoje a mulher contemporânea tem um novo perfil. Enquanto há alguns anos atrás existia a submissa, que cuidava da casa e dos filhos, a nova se libertou. E conquistas levam a novas consequências. Não canso de ver mães estressadas, atarefadas, que comem muito e dormem pouco. Elas se dividem em trabalhadoras, mães, esposas e mais, isso faz com que se sintam mais esgotadas. É o preço pelo o que podem fazer, mas isso não quer dizer que seja ruim. Também não estou menosprezando os homens, que são muito importantes em nossas vidas, isso é apenas a realidade do que todas vivem.
As feministas também estão aí. Existem vários protestos hoje para melhores condições e o fim dos maus tratos. Pois no oriente, a coisa é diferente, os direitos são poucos e os deveres muitos. Na Índia, existe um grupo de mulheres vestidas de rosa que sempre protestam por melhorias em suas vidas. Por educação, pelo fim do preconceito e da violência. Nós soubemos da jovem indiana que morreu depois de ser estuprada coletivamente, o que é um abusrdo. Mais absurdo é saber que no ano passado, a cada 20 minutos uma era estuprada. O que elas fazem é impressionável.
Mas há alguns em que confesso que não admiro. O grupo La Femme parece que procura qualquer causa não tão vinculada às mulheres para protestas, sem nenhum tipo de pudor, ainda. Querem baderna, isso sim.
No final, devemos é comemorar por ter mais espaço e mais respeito no mundo. Ele mudou, e nós também, e não podemos desperdiçar a chance de com nossas forças femininas melhorar o mundo.
Só um giro pelo o que acontece nesse universo. Beijos!




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